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Archive for the ‘Exposições’ Category

setubal 2

Desde 1 de junho passado que a livraria Culsete está a colaborar com a FESTA DA ILUSTRAÇÃO, É PRECISO FAZER UM DESENHO?, a acontecer em  Setúbal durante todo o mês de junho.

Esta livraria encontra-se representada na Avenida Luísa Todi, nas antigas instalações do BPI (junto à Casa d’Avenida).

E se algumas paredes desse espaço estão cobertas com as ilustrações de Beatriz Manteigas em todo o resto podem ver-se livros ilustrados, do melhor que se edita entre nós, além de muitos álbuns mandados vir propositadamente para esta Feira do Livro Ilustrado.

Aí vão encontrar a Abysmo, a Documenta, a Kalandraka, a Planeta Tangerina,  a Quarto de Jade e muitas outras editoras onde a qualidade da ilustração é uma marca distintiva. Banda desenhada, manga (ou mangás) em português, novelas gráficas, álbuns ilustrados de diversas temáticas e com diferentes origens ajudam a construir uma mostra de grande qualidade e variedade que dificilmente poderá voltar a encontrar no mesmo espaço.

Edições de autores de Setúbal ou sobre Setúbal e livros em promoção também estarão presentes.

A Culsete estará neste espaço até 28 de junho, das 9:30 h às 20 h, de terça a sábado e das 12 h às 19 h aos domingos e segundas. Outras exposições poderão ser visitadas perto deste espaço.  Na Avenida Luisa Todi concentram-se várias  galerias da cidade.

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 postal frente y vuelta
Con la inestimable colaboración de la Embajada de Portugal en México, la editorial lisboeta “Quarto de Jade” y la gran ayuda de Nemours, casa galería presenta Te escribo de lejos de María Joao Worm…maestría compositiva, luz de Lisboa, veladuras finas en la construcción de espacios y atmósferas, imagen evocadora….poesía pura….
Maria Joao Worm, es una reconocida ilustradora portuguesa de gran recorrido profesional, que además tiene importantes reconocimientos a nivel nacional como europeo.
postal frente y vuelta
Hola
Espero que estés bien,
Me ha gustado mucho recibir tu carta donde me dices que, finalmente, parecía que habías conseguido lavarte los ojos, retirar el filtro sucio que se acumula a partir de un cierto tipo de conocimiento y que empezabas de nuevo a volver a ver.
Tienes razón cuando dices que viajar no es una cuestión de tiempo o de distancia, pero que el condicionamiento de lo que transportamos nos permite reinventar la voluntad de vivir.
En cuanto a la exposición te digo que es la primera vez que junto trabajos de diferentes ediciones, de esta manera se vuelven más inseguros fuera de su contexto pero también más libres del papel que siempre representaron.
Acá el cielo me parece más alto, y se siente el peso de la tierra pulsando.Pasarás por acá el día 24?Un abrazo

MAPA CASA GALERIA

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cartaz

Como o cartaz indica, a décima edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja vai decorrer de 31 de Maio a 15 de Junho de 2014. Será, sem dúvida, uma excelente oportunidade para conhecer uma das cidades mais bonitas do país com a vantagem de que poderá ser apreciada, quase na sua totalidade, em passeio pedestre. Destacaríamos, para esta edição, a exposição dedicada ao autor italiano Guido Crepax, tão mais “polémico” não somente pela sua visão pessoal da sucessão de vinhetas em pormenor como da sua abordagem ao universo erótico feminino… se é que é disso que se trata… Seja como for, o Festival de Beja vai marcando a sua presença no universo das narrativas gráficas, contando com o empenho decidido de dois dos autores nacionais mais destacáveis, no campo das imagens que se permutam intimamente com as palavras. Hoje em dia, revejo o meu olhar mais crítico sobre o já findo Salão Lisboa, cujo modelo assentava num princípio mais homogéneo, no que diz respeito ao âmbito dos distintos “universos” apresentados neste tipo de eventos; cuja expressão tende a abarcar um espectro alargado de tendências diferentes mas que não se encontram em permuta.

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A exposição estará patente até ao dia 10 de Junho, de terça a domingo, das 15.30h às 19.30h.

A exposição estará patente até ao dia 10 de Junho, de terça a domingo, das 15.30h às 19.30h.

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conviteUm convite é como abrir uma janela, neste caso para a inauguração de Histórias da Planície (evento no Facebook), de Paulo e Susa Monteiro, Sábado 16 de Novembro, pelas 17h30, com a presença dos autores. Esta exposição estará patente até ao dia 5 de Janeiro de 2014. Galeria Mundo Fantasma, Shopping Center Brasília, 1º Andar – Loja 509/510 no Porto.

PM

Paulo Monteiro. O amor infinito que te tenho e outras histórias. Edições Polvo, 2010.

Susa

Capa de Susa Monteiro para o Venham + 5 nº4, Novembro de 2007. Edição da Bedeteca de Beja.

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Pedro Burgos

Durante o triénio de 2009-2012, Pedro Burgos publicou a sua Crónica Desenhada no Jornal Arquitectos ao ritmo trimestral de 1 página. Esta crónica constituiu uma colaboração regular sob a forma de banda desenhada, transformando os sucessivos temas lançados pela revista em pequenos ensaios gráficos. A exposição Crónicas de Arquitectura mostra as pranchas originais publicadas no JA e os esboços que antecederam o desenho final de cada uma das páginas, assinalando igualmente a sua recente compilação em livro numa edição Turbina/Mundo Fantasma.

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Em baixo, apresento as pranchas da minha autoria que estão a integrar a exposição colectiva de narrativa gráfica, patente na Galeria Mundo Fantasma, Shopping Center Brasília, 1º Andar – Loja 509/510 no Porto. Esta exposição é comissariada por Daniel Casal del Rey com obras de Álvaro Nofuentes, Carlos Pinheiro, Daniel Casal del Rey, Daniela Duarte, Diniz Conefrey, Don Rogelio, Elías Taño, Filipa Areias, Jorge Mateus, Marco Mendes, Martín López Lam, Paco Roca, Pedro Serpa, Sagar e Zoel Forniés, Santiago García e Pepo Pérez e Ximo Abadía, Sábado 14 de Setembro, pelas 17h00, com a presença de Ximo Abadia, Daniel Casal del Rey e Daniela Duarte.

Corpo 1

Corpo 2

Corpo 3

Corpo 4

Dois anos depois volto a trabalhar esta sequência, acrescentando ao tratamento das imagens em photoshop diversas texturas, elaboradas com cola de papel, gesso acrílico e vários mediuns de gel. Por cima destas novas bases, repintei as vinhetas com pasteis de óleo, seguindo o mesmo princípio cromático que pretende conferir um ritmo de pulsação entre veias e artérias ao longo da sequência. Esta nova versão de O corpo manifesto encontra-se disponível, em PDF, no site Quarto de Jade: pode aceder ao link aqui.

corpo 5

corpo 7

À esquerda versão em photoshop, 2013. E à direita nova versão de 2015.

corpo 6

Todas as imagens desta narrativa foram feitas a partir de uma fotografia da estátua O Gaulês Moribundo.

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Bolonha 1

Vista da entrada principal da Feira. Bolonha, Março de 2013.

Será que os livros se destinam mesmo a uma faixa etária? Aliás nos tempos que correm parece que os livros já não existem, são “produtos” que se destinam a “consumidores” que, por enquanto, ainda se denominam como “público”. Um livro, actualmente, é produzido como uma embalagem de conteúdos destinados a consumidores, afastando cada vez mais uma identidade universalista e transversal no que diz respeito à percepção aberta daqueles que têm gosto pela leitura.

Bolonha 2

Vista geral do pavilhão da Federação Russa.

A Feira de Bolonha é uma mostra desse gigantesco mercado de produção que, aparentemente, invoca um destinatário específico mas que não consegue esconder as suas debilidades essenciais, negando o sentido amoroso que crianças, jovens ou adultos podem ter com um mesmo livro. De qualquer modo, os livros ditos “infantis” não se destinam, na nossa óptica e de uma maneira geral, a crianças mas sim há sedução do poder de compra dos pais. Pelo contrário, uma boa história não tem idades e o estímulo mercantil é cada vez mais dizermos menos e encher o olho com a pirotecnia de que os ilustradores são capazes; sentindo-se, paralelamente, cada vez mais “design” e cada vez menos “desenho”.

Bolonha 3

Auditório central da Feira de Bolonha.

O mundo do dito livro “infantil” revela-se, no seu conjunto, como uma panóplia do mau gosto e das fantasias decadentes dos adultos em relação aquilo que deveria ser uma certa simplicidade, até ingenuidade, no sentido de uma captação sem ruído – ou elaboração extrema – do mundo que nos rodeia. Mau exemplo disso é o decadente imaginário das editoras Britânicas que se aproxima já daquilo que se tornou vulgar nos livros asiáticos: as linhas de produção sem características individualizadas e a absorção do universo visual proposto pelos meios digitais. Noutras geografias a temática também passa pela exaustão do modelo, já pouco credível e compreensível, dos animais humanizados; melhor dizendo de humanos travestidos de animais (sem qualquer relação de parábola ou indício de reflexão) numa estigmatização que recorda a expressão popular: vender a banha da cobra! Decididamente, este é um universo que revela mais a estagnação e inconsequência das ideias e um primado feito de valores ilusórios, cuja graça em limite desrespeita os animais, e revela um ser humano preso nas suas idiossincrasias de espécie.

Bolonha 4

Ilustrações originais da autoria de Alireza Goldouzian, Irão.

Mas nem tudo é negativo e podemos observar editoras – pontuais – que desenvolvem um trabalho envolvente, como é o caso da Occhio de Itália ou da Amaterra francesa, para além de umas poucas outras iniciativas editoriais, inclusive fora da Europa. De originais, ficamos seduzidos pelo trabalho efectuado por ilustradores da Federação Russa e de autoras iranianas, como é o caso de Alireza Goldouzian, presente na exposição de vários países que se encontrava junto ao pavilhão de entrada desta megalópolis comercial em terras italianas. Deixamos um aviso, aos ilustradores portugueses que sonhem mostrar os seus originais às muitas editoras presentes nesta feira, de que devem marcar as devidas entrevistas com, pelo menos, um mês de antecedência, antes deste evento se realizar.

Bolonha 5

Parte do gigantesco painel de contactos livres para uso de ilustradores.

Quanto à representação do livro infantil de Portugal, protagonizado pelo DGLB -Direcção – Geral do Livro e das Bibliotecas – apesar da simpatia, só é pena que, como no caso de outros países ou associações, não tivesse disponível exemplares para consulta dos livros referentes aos prémios que tem vindo a atribuir; além de que talvez pudesse incluir também a venda dos títulos mais recentes do prestigiado Prémio Nacional de Ilustração que, no meio do burburinho da Feira de Bolonha, parece praticamente não existir.

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Abrirá ao público no próximo dia 13 de Abril de 2013, pelas 17H00,
com a presença do autor,
a exposição de ilustrações originais,
para «Mário de Sá-Carneiro – Antologia Poética»,
CÉU EM FOGO de TIAGO MANUEL

Tiago Manuel

A Faktoria K de Livros, chancela da Kalandraka Editora Portugal, convidou Tiago Manuel para interpretar a
poesia de um dos maiores nomes do Modernismo português, MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO (Lisboa, 1890 –
Paris, 1916). Compôs assim mais um volume da COLEÇÃO TREZE LUAS, que inclui já nomes como Pedro
Proença, André da Loba, Joana Rêgo e José Manuel Saraiva na ilustração de uma selecção de 13 poemas de
Fernando Pessoa, Bocage, Florbela Espanca e Cesário Verde, respectivamente. O resultado é fulgurante e
revela-se agora através do esplendor dos treze originais dados a ver por este artista carismático, cuja obra
singular extravasa as fronteiras das linguagens.

Tiago Manuel

TIAGO MANUEL (Viana do Castelo, 1955) é fez a sua formação artística com os mestres Aníbal Alcino e Júlio Resende, tendo o
seu trabalho sido apresentado no país e no estrangeiro em instituições e galerias de referência.
Últimas exposições: Mishima, Manifesto de Lâminas, Centro Cultural de Belém, Lisboa, 2008; Galeria Spectrum Sotos, Saragoça,
2008; Galeria Palmira Suso, Lisboa, 2007; Lugar do Desenho, Fundação Júlio Resende, Gondomar, 2002.
Últimas coletivas: Arco, Casa da Cerca, Almada, 2008; Prémio Stuart, Lisboa, 2007, 2006, 2004; Salão Lisboa de Ilustração e
Banda Desenhada (Bedeteca de Lisboa / Câmara Municipal de Lisboa), 2004, 2002, 2001, 2000.
Na qualidade de ilustrador, publicou nos jornais Público, Expresso, Jornal de Letras, Letras & Letras, O Diário, nas revistas
Colóquio/Letras da Fundação Calouste Gulbenkian, Ler-Círculo de Leitores e nas editoras Âmbar, ASA, Afrontamento, Media
Vaca (Valência) e Bertrand, entre outras, tendo este ano ilustrado “Mário de Sá-Carneiro – Antologia Poética”, para a
Kalandraka, sob a chancela da Faktoria K de Livros.
Últimos trabalhos: «O sangue por um fio», livro de poesia de Sérgio Godinho, Assírio & Alvim, Lisboa, 2009; Cartaz para o filme
«Ruínas» de Manuel Mozos, Festival Indie Lisboa, 2009. Desde 2000, já publicou 7 dos seus 25 heterónimos (12 livros). Em 2008,
criou e passou a dirigir a coleção de banda desenhada «O Filme da minha Vida», editada pela Associação de Produção e
Animação Audiovisual AO NORTE, Viana do Castelo.
Expor e comercializar originais além de reproduções de qualidade é o objectivo fundamental da GALERIA MUNDO FANTASMA.
Dos mais prestigiados nomes mundiais, aos novos valores, passando pelos autores nacionais, o programa da galeria pretende
desenvolver um panorama intenso da banda desenhada enquanto arte maior.

Shopping Center Brasília
Avenida da Boavista, 267
1º. Andar, Loja 509/510

CONTACTOS E INFORMAÇÕES
joserui@mundofantasma.com
Júlio Moreira
919701106

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convite

A exposição permanente do Museu Nacional de Etnologia (MNE) vem mostrar a diversidade das suas colecções. É, por isso, constituída por núcleos, com uma vigência rotativa. Esta exposição inaugurou no dia 31 de Janeiro 2013 de modo a abordar, junto dos públicos, o maior número possível de temas e problemas que elas permitem.

A exposição é o resultado de um longo processo de estudo e preparação de conteúdos e equipamentos, especialmente os multimédia, com vista, também, à consulta pública da documentação relativa às colecções, história das exposições e outros conteúdos dos arquivos do MNE.

São 7 os núcleos que compõem a exposição, cada um dedicado a uma temática, sendo que dois dos núcleos enfatizam, independentemente, um objecto específico e um determinado autor. A saber, o teatro de sombras de Bali; as bonecas do sudoeste angolano; as tampas de panelas com provérbios de Cabinda; máscaras e marionetas do Mali; instrumentos musicais populares portugueses; as talas de Rio de Onor (núcleo dedicado a um objecto) e a escultura de Franklim (núcleo dedicado a um autor).

posto-2-franklim

É uma exposição que, permanente pelo espaço que ocupa e pela sua permanente referenciação ao museu e ao seu acervo, se traduz num instrumento dinâmico que se transforma e vai revelando novos conteúdos que aí podem ser apresentados e desenvolvidos à medida que novas colecções ou a perspectiva sobre um autor se sucedem.

Por isso ela ser igualmente o resultado de um longo trabalho de reflexão e discussão, no plano da arquitectura em torno da sua modulação, de modo a adaptar-se a essas mesmas transformações de uma forma bastante simplificada, sem trair aquilo que julgamos ser uma grande qualidade do desenho de arquitectura e da límpida e eficaz presença dos materiais.

É com esta exposição permanente que propomos o reencontro e a conquista de novos públicos que acreditamos ela irá induzir e directamente atrair.

 Para mais informações, por favor contactar:

Museu Nacional de Etnologia | Avenida Ilha da Madeira, 1400-203 Lisboa | tel. 21 304 11 60/9 fax. 21 301 39 94

Horário | 3ª, das 14:00 – 18:00 | de 4ª a Domingo, das 10:00 – 18:00

Preçário | Bilhete normal: 3€; Entrada Livre: Domingos e Feriados até às 14:00; Crianças até aos 14 anos. Para outras informações consultar o blogue do museu ou o sítio da DGPC em:

http://mnetnologia.wordpress.com

http://www.ipmuseus.pt

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