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Posts Tagged ‘Diniz Conefrey’

No dia 11 de Novembro, Domingo, estaremos pelas 15.30h no auditório do Festival de BD da Amadora para apresentar os livros L’Orso Borotalco e la Bambola Nuda Italiana, de Maria João Worm, e o poema gráfico Nagual, de Diniz Conefrey. A seguir a esta apresentação estaremos presentes para uma sessão de autógrafos, tanto para quem já tenha os nossos livros ou para aqueles que os queiram comprar, neste caso na livraria Dr. Kartoon como na Chili com Carne, ambas presentes no espaço comercial deste evento.

O site Quarto de Jade surgiu da afinidade que Diniz Conefrey e Maria João Worm sentem, apesar de terem expressões gráficas distintas. A Quarto de Jade ganhou corpo como chancela editorial com a edição do livro Os Animais Domésticos, em 2011, logo após a edição de Electrodomésticos Classificados. Em 2013 editamos O Amor Perfeito (um livro que se transforma num objecto, para seguir o ritmo de um pequeno poema) e Os Labirintos da Água (completado pela sequência «A máquina de emaranhar paisagens» com que inicialmente tinha sido pensado). Já em 2014, coeditado entre a Quarto de Jade e Pianola Editores, surge O Livro dos Dias. Nos anos seguintes editamos os livros Histórias Naturais, O Barqueiro com a Palavra Debaixo da Língua, Meteorologias, Nagual e Afluentes de Adobe. Uma das publicações mais recente da Quarto de Jade, de 2018, sobrepõe a ilustração e o cartoon num livro com o título L’Orso Borotalco e la Bambola Nuda Italiana, da autoria de Maria João Worm. Em desenvolvimento encontra-se Planície Pintada, um trabalho de banda desenhada que tem vindo a ser realizado conjuntamente e que será publicado durante o próximo ano.

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Nos próximos dias 14, 15 e 16 de Setembro o Festival de Banda Desenhada de Bruxelas acolherá a exposição “Bande Dessinée Portugaise – 22 Auteurs Contemporains”, organizada pela Embaixada de Portugal em Bruxelas, pelo Instituto Camões de Bruxelas e pelo Município de Beja/Bedeteca de Beja.

Estaremos incluidos nesta apresentação, que é uma visão necessariamente estreita, já que representa uma pequena parte do movimento artístico português nesta área (pranchas de 22 dos mais de 200 autores de banda desenhada a trabalhar regularmente no nosso país).

Também estarão presentes várias editoras portuguesas, como a Quarto de Jade ou a Pianola Editores. Deixamos aqui o nosso contínuo agradecimento ao Paulo Monteiro e o link do Festival:www.fetedelabd.be.

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Um tema será sempre um ponto inicial para se poder falar. Neste caso a conversa poderá até prescindir de palavras porque o tema pode existir para além de uma história contada, sujeita à tirania da intriga, sem deixar no entanto de conter as suas dramaturgias. Uma narrativa que não conta por palavras, assumindo-se através da sua sequencialidade pelo fluxo de imagens exprimindo-se como um trecho musical, cuja interpretação depende da composição e sonoridade dos instrumentos, independente de uma narrativa vocal imprimindo-lhe um sentido ou valor sintáctico. Porém, não se trata de experimentar conceitos alheios mas antes de valorizar uma dimensão atemporal da narrativa gráfica cuja relação fisiológica estará mais próxima da imaterialidade dos sonhos, das sensações – enquanto observadas sem interferência – ou da pura contemplação dos elementos, sejam eles orgânicos ou plásticos.

Ao leitor, em diálogo, será proposta uma interpretação activa, através de estímulos visuais em que o seu envolvimento participe dos diversos graus e possibilidades de leitura – reinventando e tomando como particular aquilo que numa narrativa convencional é chamado a identificar ou a descodificar. O campo fica assim aberto, exposto no equilíbrio dos ambientes criados em sucessão, pelo autor, no sentido de tocar as percepções mais inusitadas do leitor, contornando para isso as referências literárias ou qualquer teatralidade que leve a uma identificação imediata, através de personagens ou arquitecturas humanas. Apenas um tema e a liquidez do gesto, através dos materiais, entrando pelo espaço-tempo sequencial das pranchas, fazendo emergir ressonâncias cromáticas que cabe apenas ao leitor definir, no plano dos seus conteúdos, pessoais ou formais, mais íntimos.

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Ilustração de Diniz Conefrey para a Revista do Jornal Expresso, 1992.

Montagem de oito minutos a partir do filme «Samsara», de Ron Fricke (2012) com o tema dos Underworld «I Exhale».

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A escolha de um nome é como um movimento interno que pretende determinar, numa súmula, os conteúdos emocionais sensíveis à razão. Fazendo parte também de uma expressão editorial, o nome Quarto de Jade encerra em si uma floresta de jade e um “crystal cabinet” segundo um poema de William Blake.

Se acabou sendo um quarto é um quarto com vista ampla, numa divisão que é também uma partilha. O jade define os seus contornos, de verdes leitosos e polidos, com seus veios gramaticais, representando os valores que se ligam a uma natureza primordial. Como a barra vertical do site, à esquerda do monitor, que é a raíz comum donde deriva a linguagem própria que define a individualidade de cada autor. Por isso existe, além deste blog e do site Quarto de Jade, uma página no facebook cujo princípio é o de partilhar os bastidores das nossas edições: https://www.facebook.com/quartodejade/

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Screenshot da loja de livros, site Quarto de Jade.

Mantendo uma acessibilidade permanente, a loja do site Quarto de Jade divide-se em seis secções diferentes cujos trabalhos visuais têm por raiz ou simbiose uma estreita ligação com as palavras; nomeadas ou escritas. Pintura, gravura, ilustração, pranchas originais de banda desenhada, livros e serigrafias complementam um conjunto de trabalhos disponíveis para usufruto directo, além de acrescentarem às secções não comerciais deste site uma outra visualidade da expressão desenvolvida por Maria João Worm e Diniz Conefrey.

Nesta loja destacamos de forma particular a secção de Livros, sobretudo por aí se encontrarem os títulos das edições Quarto de Jade, cuja primeira edição remonta ao ano de 2007 com Electrodomésticos classificados. Todos os títulos que foram publicados até esta data encontram-se acessíveis para encomenda no site, sem custo de portes. Clicando sobre o quadrado da imagem, será apresentada a capa assim como uma breve descrição dos conteúdos, além das características mais específicas do objecto. Por debaixo desse quadrado, clicando na indicação de PDF, poderá ter acesso a duas páginas interiores referente à publicação que queira consultar.

Capa do primeiro livro publicado pelas edições Quarto de Jade e o título mais recente, Nagual, de 2017.

Os pagamentos podem ser efectuados por Paypal ou por transferência bancária, neste último caso através do email suporte@quartodejade.com. Das vendas entretanto efectuadas estima-se a entrega por correio normal, em embalagem de acondicionamento apropriado, num prazo de três dias úteis; no caso de Portugal continental. Deixamos pois este convite a conhecerem e partilhar os livros que publicamos: http://www.quartodejade.com/shop_books.php

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Maria João Worm no Festival Internacional de Beja, 2012.

No próximo dia 4 de Junho – Domingo – estaremos na Feira do Livro para uma sessão de autógrafos, entre as 16.00h e as 19.00h, junto ao pavilhão B09/B11 da Europress que terá disponível os livros que fazem parte da nossa chancela editorial. Neste dia terá particular destaque a edição Os Animais Domésticos, de Maria João Worm, apresentando-se como o livro do dia. Paralelamente, Diniz Conefrey receberá todos os interessados que tenham gosto de ver o livro Meteorologias assinado com um desenho pelo autor. Livros objecto, livros de ilustração transversal a todas as idades assim como narrativas gráficas publicadas pela edições Quarto de Jade, estarão disponíveis ao longo da próxima Feira do Livro de Lisboa com as vantajens inerentes às características deste evento.

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Um livro pode sempre ter outro nome, outra capa. Outra mão que o conduza, fundo, para dentro do mistério de que se resolve o mundo. No coração de agave reune-se um ciclo de poemas aludindo ao corpo transgressor vivenciando um México inflectido. Através da raíz da sua forma, expirando os conteúdos em verso num livrinho fixando esses mundos que, do olhar, encontram uma expressão no interior vago e inquieto da poesia. São nove poemas em caligrama pendular, editados pela Douda Correria, convidando, desde já, para a sua apresentação – no dia 25 de Maio pelas 22 horas no bar A Barraca – com a presença dos poetas oficiantes (Nuno Moura, Diniz Conefrey, Maria João Worm); falando e lendo das janelas que se abrem neste outro tempo, neste outro espaço a aurora memorial.

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z-maquinas

Não tivemos acesso a exame ecográfico anterior. A nível esplénico documenta-se de facto uma formação nodular hiperdensa do pólo superior sem captação valorizável de cromatismo endovenoso. Mancha discretamente irregular, aconselhando-se uma observação continuada sob os batimentos cardiacos do recém nascido. Tem características inespecíficas justificando controlo evolutivo para melhor caracterização da densificação congénita. Não se observam outras lesões focais esplénicas ou hepáticas, apresentando-se o artigo ilustrado com contornos regulares e tendências globalmente homogénias.

É completamente favorável a apreciação directiva do tubo expressivo opacificado, dentro das limitações desta abordagem.

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anatomia-da-tarde

Pranchas de Diniz Conefrey.

Pequena imagem, em sequência mediana, de densidade metálica que poderá corresponder a um artefacto radiológico; sonhando sentado numa esplanada e fazendo o diagnóstico diferencial a partir dos corpos estranhos de partes moles. Ausência de sinais na rua aberta ás condutas, infligindo lesões nas raízes que gritam sem sofrer, ao longo da sua actividade suspensa. Seios cárdio e costofrénicos livres.

Silhueta cárdio-vascular dentro dos parâmetros habituais.

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