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Posts Tagged ‘Livros’

No dia 11 de Novembro, Domingo, estaremos pelas 15.30h no auditório do Festival de BD da Amadora para apresentar os livros L’Orso Borotalco e la Bambola Nuda Italiana, de Maria João Worm, e o poema gráfico Nagual, de Diniz Conefrey. A seguir a esta apresentação estaremos presentes para uma sessão de autógrafos, tanto para quem já tenha os nossos livros ou para aqueles que os queiram comprar, neste caso na livraria Dr. Kartoon como na Chili com Carne, ambas presentes no espaço comercial deste evento.

O site Quarto de Jade surgiu da afinidade que Diniz Conefrey e Maria João Worm sentem, apesar de terem expressões gráficas distintas. A Quarto de Jade ganhou corpo como chancela editorial com a edição do livro Os Animais Domésticos, em 2011, logo após a edição de Electrodomésticos Classificados. Em 2013 editamos O Amor Perfeito (um livro que se transforma num objecto, para seguir o ritmo de um pequeno poema) e Os Labirintos da Água (completado pela sequência «A máquina de emaranhar paisagens» com que inicialmente tinha sido pensado). Já em 2014, coeditado entre a Quarto de Jade e Pianola Editores, surge O Livro dos Dias. Nos anos seguintes editamos os livros Histórias Naturais, O Barqueiro com a Palavra Debaixo da Língua, Meteorologias, Nagual e Afluentes de Adobe. Uma das publicações mais recente da Quarto de Jade, de 2018, sobrepõe a ilustração e o cartoon num livro com o título L’Orso Borotalco e la Bambola Nuda Italiana, da autoria de Maria João Worm. Em desenvolvimento encontra-se Planície Pintada, um trabalho de banda desenhada que tem vindo a ser realizado conjuntamente e que será publicado durante o próximo ano.

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As edições Quarto de Jade vão estar presentes na primeira edição da «Feira Gráfica – Lisboa / Mercado de edições». Este evento realiza-se a 27 e 28 de Outubro (o último fim-de-semana do mês), no Mercado de Santa Clara, à Feira da Ladra, entre as 12h00 e as 20h00.

Com organização de Emanuel Cameira (Postas de Pescada), Filipa Valladares (STET – livros & fotografias), Gonçalo Duarte (Oficina Loba) e Xavier Almeida (Estrela Decadente), trata-se de um evento que procura juntar no espaço do Mercado de Santa Clara, em Lisboa, várias iniciativas micro-editoriais, de diferentes pontos do país, ligadas ao livro (de literatura, ilustração, fotografia) mas também a outros universos de criatividade contemporânea constituídos por revistas/jornais culturais e/ou publicações de autor como as fanzines ou impressões de diverso tipo (em serigrafia, gravura, risografia, etc.).

Além da venda propriamente dita de publicações, a Feira contará também com um programa de lançamentos e conversas (em torno de temas ligados à prática da edição, na actualidade), incluindo ainda dois concertos. Clicando no menu Edições, sobre o cabeçalho desta página, poderá ter acesso ao catálogo dos livros da Quarto de Jade que estarão disponíveis para venda ou simplesmente conhecer, durante os dois dias em que se vai realizar este encontro.

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«A sabedoria». Desenho de Diniz Conefrey e linóleo de Maria João Worm.

Estamos a preparar um novo livro que contamos publicar no inicio do próximo ano. «Planície Pintada» começou a ser pensado há nove anos atrás quando trabalhamos numa segunda versão da narrativa «Seattle», da qual existe uma entrada neste blogue. Partimos de uma selecção de quatro textos provenientes de culturas nativas da América do norte, trabalhando com base em traduções disponíveis na língua portuguesa, as respectivas versões em Inglês e a nossa própria tradução/interpretação. O numero quatro foi assumido por ser uma referência simbólica, importante no seio destas culturas. As histórias escolhidas reflectem diversas modalidades temáticas que vão da narrativa mítica, um sonho, um episódio da vida quotidiano e por fim o texto do Dr. Henry A. Smith, aludindo a uma série de questões que se levantavam nesses territórios no final do século XIX. Sobretudo queremos, com este novo livro, dar espaço a uma recriação de narrativas criadas por algumas etnias norte americanas, acrescentando assim um outro valor às histórias de aventuras romanceadas.

 

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Nos próximos dias 14, 15 e 16 de Setembro o Festival de Banda Desenhada de Bruxelas acolherá a exposição “Bande Dessinée Portugaise – 22 Auteurs Contemporains”, organizada pela Embaixada de Portugal em Bruxelas, pelo Instituto Camões de Bruxelas e pelo Município de Beja/Bedeteca de Beja.

Estaremos incluidos nesta apresentação, que é uma visão necessariamente estreita, já que representa uma pequena parte do movimento artístico português nesta área (pranchas de 22 dos mais de 200 autores de banda desenhada a trabalhar regularmente no nosso país).

Também estarão presentes várias editoras portuguesas, como a Quarto de Jade ou a Pianola Editores. Deixamos aqui o nosso contínuo agradecimento ao Paulo Monteiro e o link do Festival:www.fetedelabd.be.

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Um tema será sempre um ponto inicial para se poder falar. Neste caso a conversa poderá até prescindir de palavras porque o tema pode existir para além de uma história contada, sujeita à tirania da intriga, sem deixar no entanto de conter as suas dramaturgias. Uma narrativa que não conta por palavras, assumindo-se através da sua sequencialidade pelo fluxo de imagens exprimindo-se como um trecho musical, cuja interpretação depende da composição e sonoridade dos instrumentos, independente de uma narrativa vocal imprimindo-lhe um sentido ou valor sintáctico. Porém, não se trata de experimentar conceitos alheios mas antes de valorizar uma dimensão atemporal da narrativa gráfica cuja relação fisiológica estará mais próxima da imaterialidade dos sonhos, das sensações – enquanto observadas sem interferência – ou da pura contemplação dos elementos, sejam eles orgânicos ou plásticos.

Ao leitor, em diálogo, será proposta uma interpretação activa, através de estímulos visuais em que o seu envolvimento participe dos diversos graus e possibilidades de leitura – reinventando e tomando como particular aquilo que numa narrativa convencional é chamado a identificar ou a descodificar. O campo fica assim aberto, exposto no equilíbrio dos ambientes criados em sucessão, pelo autor, no sentido de tocar as percepções mais inusitadas do leitor, contornando para isso as referências literárias ou qualquer teatralidade que leve a uma identificação imediata, através de personagens ou arquitecturas humanas. Apenas um tema e a liquidez do gesto, através dos materiais, entrando pelo espaço-tempo sequencial das pranchas, fazendo emergir ressonâncias cromáticas que cabe apenas ao leitor definir, no plano dos seus conteúdos, pessoais ou formais, mais íntimos.

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A nossa mais recente edição apresenta um livro de imagens e vários poemas que foram escritos a partir delas, tendo sido estas realizadas sobre a pauta de antigas ilustrações. Imagens e poemas ficam assim interligados numa reflexão que espelha o sentir cromático dos autores convidados a participar, neste diálogo entre formas. Uma breve introdução enquadra o gesto que se visualiza em 12 imagens e poemas de Diniz Conefrey, acompanhados pela escrita de Maria João Worm e Alexandre Sarrazola. Tendo um formato de 21 x 15,4 cm, 56 páginas e capa mole,  numa tiragem de 150 exemplares dos quais os 40 que temos disponíveis apresentam, no frontespício, uma ilustração original – distinta em cada exemplar – seguida de uma legenda manuscrita. Esta vinheta original  é uma alusão ás imagens de chladni, consistindo num processo em que areia disposta numa placa de metal responde, criando formas geométricas, mediante a vibração provocada por um arco de um instrumento musical.

 

 

 

Neste livro de poesia ilustrada «a interpretação tornou-se, através da composição abstracta e afectiva, num movimento poético convocando uma complementariedade através da escrita. Imagem e poemas estão assim vinculados, sem saber se um poderia existir sem o outro, ou que impulso inicial, de forma etérea, poderá ter constituído a música para esta expressão…»

Disponível para venda em: http://www.quartodejade.com/shop_books.php

 

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Inaugura no dia 25, sexta-feira, às 21h00, na Casa da Cultura, o Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja que se realiza entre os dias 25 de Maio e 10 de Junho do ano corrente. Uma boa parte das exposições estarão patentes no Centro Unesco, no Forno da Ti Bia Gadelha, na Galeria da Rua dos Infantes, no Museu Regional de Beja, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano, no Palacete Vilhena – Sede do EMAS, e no Pax Julia – Teatro Municipal. São 8 os núcleos expositivos e 21 as exposições, com autores de muitas partes do Mundo: Brasil, Espanha, França, Itália, Portugal e Suécia. O Festival oferece ainda aos visitantes uma Programação Paralela bastante diversificada: apresentação de projetos, conversas à volta da narrativa gráfica, lançamento de livros – este ano serão 16 -, sessões de autógrafos, concertos desenhados. Terá também à disposição de todos o Mercado do Livro, com mais de 60 editores presentes e venda de arte original. O primeiro fim-de-semana (25, 26 e 27 de Maio) reunirá os autores representados nas exposições.

Para mais informações consultar: http://www.festivalbdbeja.com/

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