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Archive for the ‘Ilustração’ Category


Ao passarem na Rua Tomás da Anunciação 26B (em Campo de Ourique, Lisboa) e descendo por uns pequenos degraus, entram na livraria Baobá onde podem encontrar livros ilustrados (incluindo banda desenhada) de muita qualidade (nacionais ou estrangeiros) comos os da editora independente Tara Books (India) que publica livros artesanais: «We’re particularly well-known for our screenprinted books made entirely by hand—from the paper to the printing and binding.»
Vale a pena ver mais em: https://tarabooks.com/about/
Documentário sobre «The cloth of the mother goddes»: https://vimeo.com/134023188

Nesta livraria também se encontra à venda a edição numerada, e com uma constelação original desenhada no livro, de Maria João Worm L’Orso Borotalco e la Bambola Nuda Italiana. Assim como um print da página desdobrável deste livro ou uma amostra do cubo O Amor Perfeito já montado.

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Ilustração de Diniz Conefrey para a Revista do Jornal Expresso, 1992.

Montagem de oito minutos a partir do filme «Samsara», de Ron Fricke (2012) com o tema dos Underworld «I Exhale».

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TANGANHOS

“Chamam-se assim os ramos que secam nas árvores e se cortam, para que elas possam crescer melhor e dar mais fruto. Ou então, quando não se podam, aos que vão caindo ao chão e por ali ficam até serem apanhados por quem anda à cata de lenha. São muito bons para atear o fogo.”

Tanganhos, de Mariana Pinto dos Santos e ilustrado por Maria João Worm, é o primeiro livro publicado pelas Edições do Saguão, em Novembro de 2017. Formada em Agosto do mesmo ano, esta chancela propõe trazer aos leitores, em edições cuidadas, literatura e ensaio de autores nacionais e estrangeiros.

Este título, de 76 páginas, apresenta pequenos contos introspectivos com desenho gráfico de Rui Miguel Ribeiro.

Para ver mais em: Edições do Saguão – facebook ou Site da editora.

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O rio que nasce de uma árvore e entrou passarinho dentro do café. Delicadeza do gesto procurando repor no espaço aberto o pânico das asas a bater numa sucessão multicolor. Tudo vibra nesse momento, resgatando a monotonia dos gestos previsíveis. O rio voando em torno das cabeças enquanto estas olham pensando na melhor forma de devolver o fulgor à vida certa, sem barreiras, para longe do espaço encerrado onde habitam as palavras que nos prendem ao vago torpor. Enquanto isso, incendiada pela luz ofuscante, uma bola jaz quieta, perdida no meio do areal. Objecto facetado em azul transparente, reflectindo a luz vibrante, indiferente a qualquer cor. Porém, é a sombra que lhe devolve esse momento rasante de breve fulgor. Frágil o corpo, carregando a tensão em violência no centro de um medo ancestralmente venoso, entrou na água ofuscante de cristais cintilando enquanto os olhos deslizaram pelo horizonte em veludo de metal transparente.

 

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Ilustração de Maria João Worm para a Raia, 2017.

«Estas imagens (século XVIII) destinavam-se a um público pouco letrado e podemos vê-las como um fenómeno parente da banda desenhada onde a imagem «faz passar» o texto; no entanto pode ser que se tratasse de um fenómeno inverso. A imagem não sendo ainda de leitura fácil para esse público que se amparava a um texto. Por outro lado, parece certo que o papel do texto não seria somente o de trazer uma precisão, sendo também uma caução ainda necessária para que a imagem fosse de alguma forma autenticada e aceite.»

L’illustration – Histoire d’un Art. Michel Melot. Skira, 1984.

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Sou o colosso sentado que se esqueceu depois da chuva, da trovoada e das tonalidades cinzentas o tempo que se revolve compacto. Um monstro por estar fora da sua época, da humanidade a que pertence: inquilinos da indiferença por obras que realizam sem serem. Sou esse colosso que olha com suspeição a turba miraculosa de consciência ausente. Quero apenas ser um monstro sentado que escuta em silêncio os horrores, noite fora, expelidos pelas televisões.

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z-maquinas

Não tivemos acesso a exame ecográfico anterior. A nível esplénico documenta-se de facto uma formação nodular hiperdensa do pólo superior sem captação valorizável de cromatismo endovenoso. Mancha discretamente irregular, aconselhando-se uma observação continuada sob os batimentos cardiacos do recém nascido. Tem características inespecíficas justificando controlo evolutivo para melhor caracterização da densificação congénita. Não se observam outras lesões focais esplénicas ou hepáticas, apresentando-se o artigo ilustrado com contornos regulares e tendências globalmente homogénias.

É completamente favorável a apreciação directiva do tubo expressivo opacificado, dentro das limitações desta abordagem.

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